O impacto das redes sociais na saúde mental dos jovens



Nos últimos anos, as redes sociais se tornaram parte integrante da vida de milhões de pessoas, principalmente de nós jovens. As redes sociais se tornaram parte integrante da nossa vida e de muitos outros. De acordo com dados do RELATÓRIO GLOBAL DIGITAL 2023, divulgada pela We Are Social e Hootsuite, aproximadamente 4,8 bilhões de pessoas no mundo usam redes sociais e grande parte desse público somos nós jovens.

   As redes sociais são importantes no tempo ao qual vivemos hoje, mas cabe ressaltar que são boas quando usadas com cuidado, moderação, juízo, etc.   Logo, elas nos ajudam muito, mas nos atrapalham também. No momento ao qual nós estamos vivendo, estamos vendo um público grande de pessoas, ansiosas e depressivas, algumas pelo motivo de quererem ser pessoas que elas não serão e se comparam demais e acabam com sua saúde mental.

  De acordo com a Organização Mundial da Saúde ( OMS), depressão afeta 4,4 % da população mundial, e ansiedade 3,6 % da população mundial. Dados do Relatório da UNICEF (2021) mostram que cerca de 13% dos adolescentes da faixa etária de 10 a 19 anos no mundo vivem com alguns transtornos mentais diagnosticados, sendo ansiedade e depressão os mais comuns. Isso representa que cerca de 86 milhões convivem com a ansiedade e 47 milhões com depressão. Isso porque nós jovens temos a mania de nos comparar com os outros. 

   Para minimizar o impacto que as redes sociais causam na nossa saúde mental, é essencial promover uma educação digital, ensinando a usar as redes e a internet com moderação. As famílias e as escolas devem ficar atentos com o bem estar emocional dos jovens, criando um lugar de diálogo e oferecendo sempre o apoio psicológico que precisamos. Portanto, essas ações podem reduzir os efeitos negativos das redes sociais e incentivar o uso mais prazeroso e saudável.


Maysa Gomes e Laís Afrodite - alunas do 1° 1 EM

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